We're sorry but this app doesn't work properly without JavaScript enabled. Please enable it to continue.
Skip to main content

Um corpo-bagagem na biblioteca imaginada, com Maíra Zenun

30 Set18:30
-
20:00
Convento São Francisco
Exposições
Preço:
Entrada gratuita, sujeita à lotação máxima de 20 participantes. Inscrição prévia na bilheteira do Convento, diariamente, entre as 15h00 e as 20h00, através do e-mail: bilheteira@coimbraconvento.pt ou do telefone 239 857 191.

Programação Associada

Exposição Meridianos do Futuro – A Casa dos Estudantes do Império de Coimbra (1945-1965)



O que é uma biblioteca e como imaginar uma biblioteca baseada no corpo?

Que lutas traz esse corpo, e como se traduzem nos livros que escreve ou nos livros que lê?

A partir do conceito de corpo-bagagem, de Beatriz Nascimento, assim como a ideia de walking archives de Sónia Vaz Borges, estas quatro sessões de ativação da biblioteca da exposição Meridianos de Futuro, convidam intelectuais a conversarem sobre um livro, um pensamento ou uma trajetória associada à Casa dos Estudantes do Império de Coimbra. Com curadoria da investigadora e artista Raquel Lima, a ideia destes encontros é que a conversa possa abordar não apenas o conhecimento impresso num formato fechado, mas pensar sobre os saberes transportados nos corpos e experiências.



Maíra Zenun

Maíra Zenun (1982) é multiartista e socióloga, poeta brasileira em trânsito. Mestre em Fotografia Artística (2022) e Sociologia da Cultura (2007), Doutora em Sociologia da Arte (2019). É uma das idealizadoras da KUBATA - CASA DE POTENCIALIZAÇÃO ARTÍSTICA e co-criadora da Nêga Filmes, onde desenvolve projetos sobre representatividade negra, metodologias contra-coloniais, migração forçada e poéticas antirracistas. Desde 2016, coordena e faz curadoria de ciclos e mostras de cinema negro, como Mostra de Cinema na Cova, Mostra TATURANA BR|PT e "Africanidades e Suas Paisagens Humanas" (Gulbenkian, Jardim de Verão 2024). Recentemente, teve o ensaio crítico "Sobre como o tempo encontra a água em Filhas de Lavadeiras", publicado no Caderno de Crítica "Oralidade e escrita em narrativas audiovisuais contemporâneas realizadas por mulheres", e os artigos "Sobre a Produção de Conhecimento em Diálogo com a Vida ou pela Existência Negra Materna como Método de Escrita sobre um Cinema Anti Racista", publicado no livro "Diálogos de Campo – Pesquisas de Campo Participativas em Debate”; e A TERRA TREMEU DENTRO DE MIM E EU FIQUEI SEM CASA publicado pela Revista ODEERE, Volume 8. Realizou os curtas UM RIO CHAMADO COMBOIO DA LINHA DE SINTRA, 3×4 Afroportuguês, Quando a noite cai, Dentro e Fora - Mulheres Mães artistas, Canção de Chuvaria, entre outros. É autora de ASHANTI ESTÁ EM CASA (2023) e ATLÂNTICO (2024), além de constar em diversas publicações académicas e antologias. Integra como bolsista da FCT/IHC o projeto FILMASPORA (IHC/NOVA FCSH/FCT). É uma das fundadoras do INMUNE (Instituto da Mulher Negra/PT), faz parte da UNA (União Negra das Artes) e do Coletivo MBONGI_67.



Curadoria

Raquel Lima