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As Bodas de Fígaro

22 Mai21:00
-
23:00
Convento São Francisco
Música
Preço:
1.ª Plateia €15 €12 estudantes / maiores de 65 anos / grupos (mínimo 10 pessoas) / desempregados / profissionais de artes performativas e de música 2.ª Plateia e Balcão €12 €10 estudantes / maiores de 65 anos / grupos (mínimo 10 pessoas) / desempregados / profissionais de artes performativas e de música Cartão Amigo CSF aplicável (40% de desconto)

As Bodas de Fígaro por Wolfgang. Amadeus Mozart

Libreto - Lorenzo Da Ponte

Baseado na peça La Folle Journée, ou Le Mariage de Figaro de Pierre-Augustin Caron de Beaumarchais



"Wolfgang Amadeus Mozart foi, além de compositor, um ser humano de imensa consciência humana, social e política, tendo usado a sua música, ao longo da vida, também como veículo de mensagens profundamente férteis em valores. De entre sua vastíssima obra, será na Ópera que o compositor austríaco mais interveio socialmente, tanto pela escolha dos temas e atrevimento dos libretos, como pelo arrojo da própria composição, dispensando hábitos estabelecidos e inclusive criando novos paradigmas no teatro musical, os quais repercutir-se-iam ao longo da história, influenciando os seus sucessores, desde Carl Maria Von Weber a Richard Strauss ou Luciano Berio. A ópera "As bodas de Fígaro" - "opera buffa" ou ópera cómica - foi a primeira de uma trilogia conhecida como "Trilogia Da Ponte", da qual constam ainda "Don Giovanni" e "Cosí fan tutte". Esta trilogia é assim apelidada pelo facto de os libretos terem sido da autoria de Lorenzo Da Ponte, libretista italiano. Com o libreto baseado na peça de Teatro de Beaumarchais, as "Bodas" tornaram-se num ponto fulcral para a vida do compositor, assim como para a história, uma vez que a essência de sátira e crónica social inerente à obra, assim como o ambiente vivido na época - poucos anos antes da Revolução Francesa - levaram a que tivesse muito boa recepção com o público "comum", mas uma má reacção por parte da nobreza, da burguesia e dos vários patronatos equevos ao compositor, levando Mozart a uma situação muito pouco favorável, para mais numa circunstância em que o Imperador Joseph II já tinha proibido oficialmente qualquer representação da peça original de Beaumarchais. Não obstante, esta ópera de Mozart destaca-se mais pela sátira, retratando falhas e desequilíbrios sociais com um humor acerado e argúcia, revelando-se facilmente actual ainda hoje. Além da sátira e arrojo na composição, a velocidade e souplesse, o equilíbrio entre dramaturgia e música, a amplitude e complexidade dos finais dos segundo e terceiro actos, esta partitura apresenta-se como uma das maiores obras primas de sempre, tendo sido ela própria uma novidade e revolução total no universo da "opera buffa", e brinda-nos com momentos de beleza perene, tornando-se uma experiência inesquecível.” Rodrigo Queirós.



Ficha Artística/Técnica

Donatella de Luca

Filiberto Bruno

Martina Mazzola

Annalisa Ferrarini

Federica Caruso

Liù Haoran

Christian Rimasti

Angela Genovese

Christian Rimasti

Carlos Figueiredo


Orquestra Clássica do Centro

Coro Art'Amoris Ensemble (Maestra Carla Pais)

Maestro: Sergio Alapont


Elenco

Filiberto Bruno: Figaro

Martina Mazzola: Susanna

Carlos Figueiredo: Dottor Bartolo

Annalisa Ferrarini: Marcellina

Federica Caruso: Cherubino

Liù Haoran: Conde Almaviva

Christian Rimasti: Don Basilio

Donatella de Luca: Condessa Almaviva

Carlos Figueiredo: Antonio

Angela Genovese: Barbarina

Christian Rimasti: Don Curzio


Cenografia e Figurinos: Carla Pais

Desenho de luz e som: Rodolfo Cardoso e Paulo Nogueira

Direção de cena: Filippo Adami e Ugo Guagliardo


Em colaboração com as Escolas Superiores de Música Italianas:

Antonio Scontrino, Trapani

Arturo Toscanini, Ribera



Promotor: Orquestra Clássica do Centro