Arte, democracia e IA: entre a matemática que conhecemos e a que falta conhecer

Conversas ímpares nas Tardes de Matemática do Exploratório.
Orador: Edgard Pimentel, (DM-FCTUC)
Resumo: Tanto a arte como a organização política têm desafiado a criatividade humana desde tempos imemoriais. O mesmo acontece com a matemática. É relativamente fácil reconhecer a sua presença em Guernica (Pablo Picasso), em O Cravo Bem Temperado (Johann Sebastian Bach) ou até nas sondagens de intenção de voto. Menos evidente é perceber que a própria arte e a ciência política podem dar origem a nova matemática. Nesta sessão do ciclo Tardes de Matemática, vamos perceber como a matemática é utilizada para devolver vida a uma tela de Van Gogh, conhecer os teoremas que permitem detetar pinturas falsificadas e explorar as equações que ajudam a conceber sistemas políticos mais transparentes. A terminar, o investigador Edgard Pimentel promete uma reflexão sobre o papel da inteligência artificial neste contexto. Sabemos que a matemática está em todo o lado; vamos descobrir agora que, como em quase tudo – e muito mais –, também conduz ao nascimento de nova matemática, sempre surpreendente e fascinante.
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